No carro de Sophie pairava o silêncio. Ela não conseguia parar de pensar na voz de sua mãe: “Não importa o que aconteça, NUNCA confie em estranhos.”
"Ótimo. Perfeito. Será que eu fui burra o suficiente para cair em uma armadilha de sequestradores? É assim que eu vou acabar? Na lista dos desaparecidos do jornal de domingo?
Mas se são bandidos, então o que é “AC”? Será a gangue? Aff, parabéns, Sophie. Você conseguiu. Olha a merda em que você se meteu..."
- Com licença, senhor.
O homem ao volante a olhou pelo espelho.
- Pois não, Srta?
- O senhor poderia, por favor, me informar aonde estamos indo? - "Bom, se eu estou sendo sequestrada não adianta espernear, é melhor ser educada... quem sabe ele gosta de mim..."
- Desculpe Srta., infelizmente eu não posso te falar nada.
"Ele não parece ser um bandido, eu sei que ele foi sincero, os olhos dele não parecem mentir... Mas, se eu não estou sendo sequestrada, pra onde eu to indo?"
- Ahn... Srta. Sophie?” Ele parecia cuidadoso. E como eles sabem o meu nome??
- Sim?
- Você quer ouvir uma música? Pode me falar uma rádio que eu ponho para a Srta.
Sophie sorriu. Imagens de sua vida passaram em sua mente.
- O senhor poderia, por favor, me informar aonde estamos indo? - "Bom, se eu estou sendo sequestrada não adianta espernear, é melhor ser educada... quem sabe ele gosta de mim..."
- Desculpe Srta., infelizmente eu não posso te falar nada.
"Ele não parece ser um bandido, eu sei que ele foi sincero, os olhos dele não parecem mentir... Mas, se eu não estou sendo sequestrada, pra onde eu to indo?"
- Ahn... Srta. Sophie?” Ele parecia cuidadoso. E como eles sabem o meu nome??
- Sim?
- Você quer ouvir uma música? Pode me falar uma rádio que eu ponho para a Srta.
Sophie sorriu. Imagens de sua vida passaram em sua mente.
"Bom, para onde quer que me levem, pelo menos é uma mudança..."
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